Orientação estratégica para decisões familiares que exigem cuidado e responsabilidade.

Meu trabalho é ajudar você a atravessar decisões familiares com segurança jurídica.

Cada família carrega uma história que precisa ser ouvida com cuidado.

Sou Úrsula Lobato, advogada de Direito de Família e Sucessões.

Minha trajetória começou na área trabalhista, mas foi na advocacia familiar que encontrei o centro da minha atuação. Após a maternidade e uma nova fase profissional, passei a atender cada vez mais pessoas vivendo separações, conflitos envolvendo filhos, patrimônio e sucessões.

Essa experiência me mostrou que cada família carrega muito mais do que uma questão jurídica. Existem vínculos, medos, responsabilidades e histórias que precisam ser compreendidos antes da definição de qualquer estratégia.

Por isso, meu atendimento começa pela escuta e segue com análise cuidadosa,estratégia, orientação transparente e construção de caminhos jurídicos possíveis que sejam justos para todas as partes..

Como posso ajudar

Simplifico o jurídico em orientações práticas, para que você compreenda os caminhos e escolha os próximos passos com mais segurança. Veja qual serviço é ideal para você.

Divórcio e dissolução de união estável

Atuação em divórcios consensuais ou litigiosos, dissolução de união estável, partilha de bens e orientações sobre os efeitos jurídicos do fim da relação.

Pensão alimentícia

Orientação em ações de fixação, revisão, exoneração, cobrança e execução de alimentos, considerando as necessidades de quem recebe e as possibilidades de quem paga.

Guarda e convivência familiar

Atuação em questões envolvendo guarda, convivência, responsabilidades parentais e organização da rotina dos filhos após a separação.

União estável

Orientação sobre reconhecimento, formalização ou dissolução de união estável, incluindo seus efeitos sobre patrimônio, direitos e deveres entre as partes.

Pacto antenupcial e contrato de namoro

Elaboração e orientação sobre documentos preventivos para casais que desejam alinhar expectativas, proteger patrimônio e evitar conflitos futuros.

Inventário e partilha

Acompanhamento em inventários judiciais ou extrajudiciais, com orientação sobre bens, herdeiros, documentos, prazos e partilha patrimonial.

Testamentos, doações e planejamento sucessório

Orientação para organização patrimonial e sucessória, incluindo testamentos, doações e estratégias para proteger a vontade da pessoa e reduzir conflitos futuros.

Acordos e Mediações

Atuação em soluções consensuais para questões familiares e sucessórias, com foco na construção de acordos seguros, responsáveis e adequados à realidade de cada caso.

A DISCREPÂNCIA NO ACÚMULO DE BENS APÓS A MATERNIDADE: O IMPACTO DA DIVISÃO SEXUAL DO TRABALHO NA COMPOSIÇÃO PATRIMONIAL DA MULHER

O artigo analisa como a maternidade e a divisão sexual do trabalho impactam a desigualdade patrimonial entre homens e mulheres, destacando que a sobrecarga do cuidado, historicamente atribuída às mulheres e marcada pela invisibilidade, dificulta sua permanência no mercado de trabalho, limita a geração de renda e contribui para dependência financeira. O objetivo geral consiste em analisar se o Protocolo para Julgamento com Perspectiva de Gênero do CNJ pode contribuir para a redução das desigualdades e para evitar a violência patrimonial nos processos de família. Especificamente, pretende-se analisar como a maternidade influencia a composição patrimonial da mulher em comparação ao parceiro; discutir os impactos da divisão sexual do trabalho no acúmulo de bens do casal e investigar a aplicabilidade de instrumentos jurídicos para minimizar essa desigualdade na partilha patrimonial. A metodologia utilizada foi a normativo – jurídica, utilizando-se para isso a coleta de dados jurisprudenciais (decisões recentes), doutrinas contemporâneas, literatura feminina e bibliográfica. Os resultados revelaram que o trabalho de cuidado, invisibilizado, desvalorizado e atribuído majoritariamente às mulheres, limita sua renda, contribui para a dependência financeira e reforça desigualdades. Verificou-se também que o regime de bens, quando operado sob padrões patriarcais, pode servir como instrumento de violência patrimonial, por meio de ocultação de bens, fraude na partilha e inadimplemento de alimentos. Por fim, constatou-se que, embora obrigatório, o Protocolo para Julgamento com Perspectiva de Gênero ainda é aplicado de forma desigual no país, com avanços em alguns tribunais e resistência em outros.

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Use este espaço para contar, de forma breve, o que está acontecendo e qual orientação você procura. Seu relato será recebido com sigilo e responsabilidade.

Úrsula Lobato Advocacia de Família

Atuação em Direito de Família e Sucessões com atendimento humanizado.

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